O que faz um cientista de dados? Conheça a profissão Estácio

É fundamental que o cientista de dados esteja sempre em busca de conhecimento e se mantenha informado sobre as novidades e tendências da área. A profissão de cientista de dados é bastante valorizada no mercado, com salários atrativos e benefícios, como plano de saúde, vale-refeição e bônus por desempenho. Os salários podem variar de acordo com a experiência do profissional, o setor de atuação e a localização geográfica. Os cientistas de dados podem atuar em diversos setores, como financeiro, saúde, varejo, telecomunicações, entre outros. Além disso, esses profissionais também podem trabalhar em empresas de consultoria e startups. Os cientistas de dados precisam dominar pelo menos uma linguagem de programação para realizar suas análises.

Caminhos de carreira

o que faz um cientista de dados

Ao tratar os dados, a pessoa cientista de dados saberá quais perguntas deve enfatizar e conseguirá perder menos tempo. Ela é crucial para as análises que são feitas com gráficos e mapas, assim como para as modelagens com machine learning e deep learning. Muitas técnicas analíticas usam como base preceitos da estatística que devem ser dominados por quem tenta a carreira nesse campo profissional.

Visão de negócios

Conhecimentos de Estatística e Matemática fazem parte do pacote essencial para quem pretende trabalhar como Cientista de Dados. Apesar dessas áreas permitirem uma compreensão mais abrangente, é https://www.ubirataonline.com.br/2024/04/30/ciencia-de-dados-como-a-inteligencia-artificial-afeta-o-futuro-da-profissao/ possível aprender estes conceitos e aplicá-los, ao longo da sua jornada de aprendizagem em Data Science. Você não precisa aprender todos os tópicos relacionados à Estatística ou Matemática.

Passo 6: Conhecimento de Negócios

Além disso, esses profissionais também devem comunicar os resultados das análises para os tomadores de decisão da empresa, auxiliando na implementação das estratégias. Geralmente, os cientistas de dados possuem formação em áreas como matemática, estatística, engenharia ou ciência da computação. No entanto, é importante ressaltar que muitos profissionais vêm de outras áreas e complementam sua formação Ciência de dados: como a Inteligência Artificial afeta o futuro da profissão com cursos específicos da área. Essas plataformas também oferecem suporte a cientistas de dados experientes, disponibilizando uma interface mais técnica. Utilizar uma plataforma DSML multipessoal incentiva a colaboração em toda a empresa. Ser um cientista de dados significa possuir habilidades avançadas de programação, essenciais para aplicar conhecimentos na resolução de problemas reais.

Entendendo a Ciência de Dados e aplicações

  • Soluções de armazenamento em nuvem, como data lakes, oferecem acesso a infraestrutura de armazenamento capazes de ingerir e processar grandes volumes de dados com facilidade.
  • Isso inclui tarefas de classificação, com algoritmos como o clássico naive-bayes, ou regressão, como a regressão linear.
  • Explore os impactos significativos de uma cultura data-driven nos negócios e confira dicas práticas sobre o uso dos dados para o desenvolvimento e crescimento de produtos digitais.
  • Além disso, o cientista usa outras linguagens, como R e programas como Tableau e Azure Machine Learning.
  • Assim, a análise e a interpretação dos dados são partes fundamentais do trabalho desse profissional.

Quando se fala a respeito da profissão de cientista, é comum imaginar um profissional de jaleco branco que fica preso em um laboratório com o seu microscópio. Para Serra, é importante que as pessoas que estão começando tenham força de vontade. Se você não tem pessoas para te ajudar, tudo se torna mais difícil, então tem que ter força de vontade para não desistir”. Além disso, de acordo com pesquisa feita pela Intera, a faixa salarial média de um cientista de dados no país pode ir de R$ 7.416 a R$ 22 mil, a depender do nível de conhecimento do profissional. Você pode colocar tudo o que já fez e vira um portfólio para você apresentar ao recrutador ou nas suas redes sociais para que as pessoas saibam o que você já desenvolveu”, aconselha Serra.

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